O ano teste da Reforma Tributária já começou. A pergunta é: sua empresa está pronta?
A Reforma Tributária deixou de ser um debate conceitual e entrou em uma fase prática e decisiva: o ano-teste. Para empresas da saúde, esse período não é apenas um ajuste fiscal — é um teste real de maturidade operacional, tecnológica e de gestão.
Em um setor altamente regulado, com margens pressionadas e processos complexos de faturamento, qualquer falha de adaptação pode gerar perdas financeiras, riscos de compliance e impactos diretos no fluxo de caixa.
É exatamente nesse cenário que a tecnologia e a experiência certa fazem toda a diferença.
Por que o setor de saúde sente o impacto primeiro
Empresas de saúde convivem com uma combinação desafiadora:
- Modelos complexos de faturamento (procedimentos, pacotes, diárias, contratos);
- Regras fiscais historicamente cheias de exceções;
- Alto volume de transações e dados sensíveis;
- Dependência total de sistemas para operar com eficiência e conformidade.
Durante o ano-teste, o setor precisará lidar com a convivência entre o modelo tributário atual e o novo, o que exige sistemas preparados, processos bem definidos e equipes capacitadas.
Improvisar não é uma opção.
Os principais desafios no ano teste — e onde as empresas mais erram
1. Sistemas que não acompanham a nova realidade fiscal
Muitos ERPs e sistemas de gestão não foram projetados para:
- Regras híbridas de tributação;
- Simulações de cenários;
- Novos modelos de crédito tributário;
- Alterações frequentes de regulamentação.
O resultado? Controles paralelos em planilhas, retrabalho, inconsistências e aumento de risco fiscal.
2. Falta de visibilidade sobre impacto financeiro
Sem tecnologia adequada, empresas entram no ano-teste sem conseguir responder perguntas básicas:
- Quanto a reforma impacta meu preço?
- Onde perco ou ganho margem?
- Como fica meu fluxo de caixa?
A ausência de simulações confiáveis transforma decisões estratégicas em apostas.
3. Processos desalinhados e equipes sobrecarregadas
Faturamento, fiscal, contábil, financeiro e TI precisam trabalhar de forma integrada. Quando isso não acontece, surgem:
- Glosas;
- Retrabalho;
- Atrasos;
- Riscos de não conformidade.
A reforma exige processos claros e sustentáveis, não remendos.
Onde a Pulsati entra nesse cenário
A Pulsati atua exatamente onde a Reforma Tributária mais pressiona as empresas da saúde: na operação real.
Com profunda especialização em saúde e tecnologia, apoiamos nossos clientes a:
- Adaptar sistemas e integrações para o novo modelo tributário;
- Revisar e automatizar processos críticos de faturamento e gestão;
- Criar bases sólidas de dados para simulações e tomada de decisão;
- Reduzir riscos operacionais e fiscais durante o ano-teste;
- Preparar a operação para o modelo definitivo, não apenas para o período de transição.
Não se trata apenas de atender à legislação — trata-se de proteger resultado, margem e continuidade do negócio.
Tecnologia como aliada estratégica — não como custo
Empresas que encaram a reforma apenas como um problema fiscal tendem a:
- Reagir tarde;
- Gastar mais;
- Assumir riscos desnecessários.
As que utilizam esse momento para organizar processos, modernizar sistemas e ganhar eficiência saem na frente.
O ano-teste é a oportunidade ideal para:
- Eliminar controles manuais;
- Integrar áreas;
- Aumentar previsibilidade financeira;
- Construir uma operação mais robusta e escalável.
O ano-teste é agora. O impacto será permanente.
A Reforma Tributária não será resolvida em um único projeto ou ajuste pontual. Ela exige visão de longo prazo, decisões bem fundamentadas e parceiros que conheçam profundamente o setor de saúde.
A Pulsati combina tecnologia, conhecimento do negócio e experiência prática para ajudar empresas a atravessarem esse período com segurança — e a saírem mais fortes dele.
📌 O momento de se preparar não é quando a regra estiver 100% definida. É agora.
👉 Se você quer entender como a Reforma Tributária impacta sua operação e como a tecnologia pode reduzir riscos e gerar eficiência, vamos conversar.
